segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Fortaleza

Fortaleza é demais otima escolha para se passar ferias eu sou meio suspeito para afirmar isso porque ja fui varias vezes e não me canso de visitar essas linda praias

Quem escolhe a capital cearense como destino certamente vai encontrar as mais belas praias paradisíacas, muito sol o ano inteiro e as noites mais animadas do nordeste. Além de encontrar ótimas opções de hospedagem de todos os gostos e bolsos sem abrir mão do conforto, estilo e charme que você merece, confira tudo isso e venha para Fortaleza...

...Terra quente e de poucas chuvas, Fortaleza tem uma natureza exuberante no que se refere às suas praias de verdes mares, à grandiosidade de suas dunas, à força dos ventos e à sua luminosidade intensa. Com uma temperatura média de 27 graus, apresenta um verão permanente e seu povo hospitaleiro é conhecido por uma contagiante alegria de viver.



Fortaleza é a porta de entrada do Nordeste, pois está localizada estrategicamente logo abaixo da linha do Equador. Metrópole moderna, do mar verde-azulado, das belas praias, do vento suave e do povo alegre e hospitaleiro. Lugar para se ver, ouvir, sentir, guardar na lembrança e nunca mais esquecer !

É a rota mais curta do Brasil para Europa, Estados Unidos, África, a apenas 6 horas e meia de vôo, além de estar na metade do caminho para se chegar a outros Estados do Brasil. 


Por tudo isso e muito mais, Fortaleza se destaca como portão Internacional aéreo e marítimo da América do Sul para turismo, negócios e eventos.

Aqui na capital do estado do Ceará, tudo é pensado e voltado para o turismo, onde a tranqüilidade e agito convivem em total harmonia. 



Com uma excelente infra-estrutura de hotéis, praias e belezas naturais da costa do Sol Nascente e Sol Poente, Fortaleza é hoje uma das cidades que mais recebem turistas no Brasil

quinta-feira, 30 de julho de 2015

A Muralha da China é um destino único e diferente

Ásia É um dos poucos destinos turísticos que realmente merecem percorrer metade do planeta. Merecem e requerem - a Grande Muralha ou Muralha da China fica exatamente do outro lado do globo e não é qualquer monumento. Trata-se da maior obra arquitetônica humana, com mais de 6 mil quilômetros de extensão. Melhor dizendo, as muralhas, pois são diversos muros de proteção contra os invasores, construídos por várias dinastias que remontam ao ano de 221 de nosso calendário. Juntos, recortam parte do Mar Amarelo (no litoral nordeste da China), o deserto de Góbi, e a Mongólia (que fica a noroeste). O resultado do conjunto é surpreendente, para se dizer o mínimo.
 Para conhecer, comece por Pequim. Dali saem os passeios turísticos em direção à área mais conhecida da Muralha, que fica a aproximadamente 80 quilômetros a nordeste da capital, mais precisamente na cidade de Yanqing. É nela que, desde 1957, iniciou-se um processo de restauração da porção da muralha oriunda da dinastia Ming.
Anualmente, milhões de pessoas a visitam, o que fez com que se desenvolvesse a região: há restaurantes e hotéis, teleféricos e estrada, conectando Badaling à região central de Pequin. Num pacote regular, o preço da visita inclui também o Museu da Grande Muralha, com exposições sobre a sua história, guerras e dinastias que a marcaram.

Mas quem deseja conhecer seções da Muralha mais preservadas, originais, deve ir para Jinshanling e fazer o seu trekking alternativo. Ao longo deste trecho podem ser vistas, em cerca de 10 quilômetros, 67 torres. Não há placas, nem guias, somente a silenciosa muralha. O que se vê é uma vegetação típica de cerrado, a mata toda queimada do gelo: não há árvores, nem plantas, tampouco animais. O único barulho que se ouve é o do vento.

Durante a caminhada, os obstáculos vão desde pedaços da construção, que está em ruínas, cruzando vales, com trechos íngrimes, e o cenário ao fundo, as montanhas. Seguindo por este caminho, chega-se até a região de Simatai, cidade bem mais turística. Além de restaurantes e hotéis, há uma tirolesa que sai de um ponto da muralha. De Simatai há um terminal de ônibus de onde se pode voltar para Pequim.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Ilha de Bornéu

Ilha do Sudeste Asiático. Com uma área de 751 900 km², é uma das maiores ilhas do Mundo e a maior da Insulíndia. Encontra-se banhada pelo mar da China Meridional a norte, pelo mar das Celebes a leste e pelo mar de Java a sul.
Pouco recortada, os rios e as cadeias montanhosas dispõem-se de forma radial e entre eles estendem-se vastas bacias com planícies aluviais férteis e muito povoadas. Os mangais do litoral e as florestas tropicais quentes e húmidas do interior, em que apenas sobressai o monte Kinabalu, com 4101 m de altitude, fazem de Bornéu um território pouco explorado e de grande futuro económico. 
Possui inúmeros recursos naturais (ouro, diamantes, prata, platina, cobre, ferro, mercúrio, estanho, chumbo, zinco e manganésio), mas até ao momento apenas se explora petróleo (no Norte e Leste) e carvão (no Sudeste).
Tem culturas de arroz, cana-de-açúcar, algodão, borracha, tabaco, coqueiros e palmeiras.
A ilha de Bornéu é povoada por 7 milhões de habitantes, na sua maioria de origem daiaque (no interior ainda se encontram caçadores de cabeças), malaia e chinesa.
A parte sul da ilha está quase por explorar devido à falta de vias de comunicação. Pelo contrário, a parte norte, antigo protetorado britânico, possui 400 km de caminho de ferro e 3000 km de estradas. A maioria dos portos do litoral possui aeródromos.
Do setor norte (o antigo Bornéu britânico), passaram, em 1963, a fazer parte da Malásia as colónias de Sarawak e Sabah (domínios britânicos desde o século XIX), enquanto o Brunei, de menor extensão, se tornou um Estado independente em 1 de janeiro de 1984. A vasta extensão do Bornéu do Sul (539 460 km2 e 5 milhões de habitantes) pertence à Indonésia (província de Kalimantan).

A ilha de Bornéu foi conhecida dos Portugueses nos começos do século XVI, pouco depois da conquista de Malaca. As primeiras notícias trouxeram-nas os três navios sob o comando de António Abreu, enviado às Molucas por Afonso de Albuquerque. Em documentos de 1514, informava-se que mercadores vindos do Bornéu demandavam Malaca no intuito de trocarem cânfora por roupa. Portugal manteve no Bornéu uma feitoria de 1526 a 1604.